Todos os dias, milhões de pessoas deslocam-se em carro próprio até ao aeroporto para apanhar o seu voo. Embora esta decisão evite fazer transbordos e outros incómodos, também acarreta numerosos inconvenientes: os engarrafamentos em horas críticas, a dificuldade em encontrar parking aeroporto porto ou a perda de bilhetes de acesso, para citar alguns exemplos.
Concretamente, a situação do trânsito na estrada pode levar à perda do voo. Segundo as últimas estatísticas do setor aéreo, a taxa de não comparência (no-show) situa-se atualmente entre os dois e os oito por cento. Este risco é muito elevado em horas de ponta e datas festivas. O facto de a partida do voo coincidir com uma vaga de frio e outros eventos climáticos complica gravemente o estado do tráfego rodoviário, saturando as principais vias que ligam o aeroporto ao resto do município.
Por outro lado, ir para o parque do aeroporto sem bilhete nem reserva acarreta problemas adicionais. No melhor dos casos, perder-se-á um tempo valioso à procura de um lugar livre. Quando a disponibilidade é mínima, o viajante terá de recorrer a qualquer um dos estacionamentos sem vigilância que se dispersam nos arredores do terminal.
Reservar antecipadamente o lugar de estacionamento é uma decisão lógica, mas aqui começam outros problemas. Se o voo previsto sair de um terminal diferente do parque onde se efetuou a reserva, o utilizador terá de se deslocar a pé ou em transferes até à zona de embarque. Outro erro habitual é enganar-se na matrícula durante o registo, um lapso que impediria o acesso às instalações porque as suas entradas e saídas são reguladas através de leitores de matrícula.
Outra incidência comum é perder o bilhete de acesso. Esta circunstância obriga a submeter-se a um processo de verificação e a perder uns minutos que valem ouro quando se dispõe do tempo justo para despachar a bagagem, passar os controlos de segurança e embarcar.